Segundo pesquisa, 48% dos brasileiros querem Bitcoin como moeda em curso legal no Brasil.

De acordo com a pesquisa “Blockchain LATAM 2021” da agência de relações públicas Sherlock Communications, 48% dos brasileiros querem que o Brasil adote o bitcoin como moeda em curso legal, assim como El Salvador. Desses, 31% concordam e 17% concordam fortemente com a adoção do BTC pelo Brasil. Ainda de acordo com o estudo, 56% dos brasileiros apoiam a adoção do bitcoin por El Salvador.

A pesquisa foi realizada pela agência com cerca de 2700 pessoas acima dos 18 anos nos países:  Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Chile, El Salvador, México e Venezuela. A intenção do estudo foi medir a aceitação dos habitantes dos países que fizeram parte do estudo, em relação à decisão de El Salvador de aceitar o BTC como moeda em curso legal. Entre os entrevistados, os brasileiros foram os maiores defensores do cripto-reconhecimento na região.

De acordo com 55% dos brasileiros entrevistados, criptomoedas são ótimos investimentos para diversificar carteira. Outros pontos também citados são: a proteção dos ativos da inflação e instabilidade financeira e manter-se em dia com a tendência tecnológica. 

O relatório também mostrou que os ativos digitais têm ganhado o gosto dos brasileiros. O percentual dos entrevistados brasileiros que disseram não investir em cripto caiu 21%, saindo de 33% em 2020, para 12% em 2021.

O relatório da Sherlock Communications também mostrou que existem cerca de 1,4 milhão de usuários de criptomoedas registrados no Brasil. Um ponto que pode ter facilitado a adesão dos investidores em cripto são os fundos ETFs que o país possui. 

“Os ETFs de criptomoeda emitidos no Brasil possibilitam que as pessoas invistam em criptomoedas de maneira regulamentada, permitindo que investidores mais conservadores experimentem a criptomoeda. Os três sandboxes regulatórios na América Latina são Brasil, México e Colômbia- países que estão abertos para experimentar e inovar com blockchain e criptomoedas”, diz o estudo.

Você pode  acessar o relatório completo da pesquisa clicando aqui