O mercado de criptoativos como base para uma “nova economia”

No artigo anterior conversamos sobre como as recessões econômicas não são algo tão incomum na nossa sociedade. Nos últimos 150 anos, tivemos pelo menos 14 crises na economia mundial que geraram inúmeros prejuízos às nações e suas numerosas populações. 

Se o nosso atual modelo econômico parece estar em xeque, uma “nova economia” vem surgindo, através do fortalecimento das criptomoedas e de todas as tecnologias que circundam esses ativos digitais. 

O poder inovador dos criptoativos desponta como um dos principais motivos para que haja esperança de uma nova versão para a economia mundial. As criptomoedas são fincadas na tecnologia blockchain, que por sua vez, tem chamado atenção de muitos governos e instituições privadas que veem nessa tecnologia uma ferramenta mais segura. 

Muitas áreas da economia já utilizam a blockchain para validação de seus dados e outras áreas, como saúde, educação e entretenimento também já estão testando a blockchain em suas aplicações. Por isso, o uso da tecnologia só tende a crescer nos próximos anos, fazendo dela uma peça fundamental para a transição que estamos passando em termos de inovação. 

                                                                          Número de carteiras ativas e usuários de BTC (fonte: Glassnode).

Descentralização

Outro ponto que faz com que o mercado de criptoativos seja tão disruptivo, se comparado ao sistema econômico atual, é o seu poder descentralizador. Com as criptos, as pessoas tomam as rédeas das suas próprias finanças, não dependendo de agentes externos ou intermediadores, como instituições bancárias, governos ou até mesmo instituições privadas de crédito.

As relações são feitas peer-to-peer, ou seja, de pessoa para pessoa, cabendo a cada indivíduo ter o controle das suas ações. Além disso, as transações são armazenadas na blockchain e distribuídas para vários lugares no planeta e não podem ser modificadas. 

Essa característica é um ponto extremamente importante, pois vai de encontro com nosso atual modelo econômico, dominado e centralizado por bancos centrais, instituições bancárias e governos, em alguns casos usando de autoritarismo.

Uma ponte para experiências com novas tecnologias

A relação das pessoas com o dinheiro está mudando gradativamente por conta das criptomoedas. O “dinheiro digital” tem acelerado o processo de otimização do uso do dinheiro, que cada vez menos é sentido na palma da mão dos consumidores e visto nas telas dos celulares e computadores. 

A praticidade que as criptos trazem para os usuários é algo que veio para ficar. Outra mudança expressiva diz respeito à utilização das moedas digitais para experiências com novas tecnologias, como por exemplo, plataformas que levam os usuários a conhecerem o Metaverso ou a ter acesso a jogos no novo modelo play-to-earn (jogue para ganhar).

Sem contar que as criptos já são usadas para várias outras ativações, como visitação a espaços digitais de arte, compra de NFTs (tokens não-fungíveis), experiências com clubes de futebol (através dos fan tokens) e participação em decisões de Organizações Descentralizadas (DAOs).

É notório que o mercado de criptoativos ainda tem muito a evoluir nos próximos anos, mas já impacta diretamente na forma como pensamos e lidamos com o sistema econômico como um todo. As criptos já não são mais parte de um futuro distante, mas de um cotidiano cada vez mais presente na vida das novas gerações.  

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