NBA vai tokenizar contrato de R$ 141 milhões na blockchain

Uma cesta de três pontos, ou melhor, de R$ 141 milhões

Esporte que é paixão pulsante dos norte americanos, sendo líder de lotação das quadras e dos controles das TV’s, o basquete ampliou o seu portfólio tecnológico. A liga americana anunciou nesta semana a tokenização de um contrato de um jogador.

O jogador Spencer Dinwiddie, do Brooklyn Nets terá 40% do seu contrato de 3 anos tokenizado em blockchain. Os tokens são como títulos financeiros, nos quais há possibilidade de ter dividendos de lucros e juros no período em que houve o investimento no projeto que criou o token.

No caso de Spencer, ele vai receber grande parte dos salários com antecipação, ao invés de diluir os seus vencimentos ao longo dos três anos de contrato. Isso graças à tokenização.

Com ela, o clube de basquete convoca investidores para ter lucros e juros de dividendos ao longo do contrato do jogador, enquanto o atleta recebe parte do capital arrecadado e a outra parte é rentabilizada pelo clube.

Ao final dos três anos, os investidores do atleta recebem os lucros, de forma parecida com as operações feitas em títulos públicos, por exemplo. Havendo lucro com os tokens do Spencer, os investidores do jogador recebem os dividendos.

O modelo de contrato é inédito na liga de basquete americana, sendo bem sucedida, a tendência é que os outros times iniciem modalidades de contratos no mesmo conceito.

Por: Fábio Vieira