Inflação está acelerando a adoção de criptomoedas, aponta relatório do CoinMarketCap

Um relatório publicado nesta sexta-feira, 8, pelo site CoinMarketCap aponta que a alta inflação mundial está aumentando a adoção de criptomoedas em países emergentes, como por exemplo, o Brasil.

Entre os inúmeros exemplos trazidos pelo documento, destaca-se o da Venezuela, que está com a taxa de inflação em um nível recorde de 472%. Isso tem feito com que muitos moradores recorreram às criptomoedas.

O relatório do CoinMarketCap mostra que existem 2,9 milhões de usuários de criptomoedas no país, o que equivale a mais de 10% da população venezuelana.

Países que também possuem taxas altas de inflação, casos do Brasil, Nigéria, Colômbia e Paquistão, por exemplo, também aceleraram a adoção de criptomoedas, usando os ativos como uma alternativa viável às moedas fiduciárias.

Por outro lado, o relatório expõe a falta de internet como um dificultador para que as pessoas adotem criptomoedas.

O relatório do CoinMarketCap revelou que alguns países com taxas de inflação astronômicas, como Sudão e Líbano, com mais de 200% de inflação, e Síria com 139% ainda adotam pouco as criptomoedas.

Outro ponto bastante interessante do relatório é o fato de que populações que vivem em países mais pobres, em desenvolvimento, também já estão adotando criptomoedas, contudo, preferem trabalhar com stablecoins, ou seja, criptos que estão atreladas a dinheiro fiduciário. 

O mercado de criptoativos é uma grande oportunidade para quem deseja encontrar a liberdade financeira.