DeFi: Uma nova revolução para o mercado financeiro

A tecnologia blockchain vem abrindo inúmeras possibilidades para criação de soluções disruptivas, ou seja, que rompem com a forma atual de se fazer os contratos e acordos no mercado financeiro tradicional. E uma dessas soluções são as plataformas de DeFi.

DeFi é a abreviação do nome Decentralized Finance, ou Finanças Descentralizadas e surgiu em 2015. É o nome dado para o conjunto de serviços e produtos financeiros (como empréstimos, transferências e sistemas de pagamentos) que rodam na blockchain e que por via de regra não são controladas por intermediários, como bancos ou outras instituições financeiras.

Desta forma, o DeFi permite que investidores, tomadores de empréstimos, vendedores e compradores interajam e negociem entre si, sem a necessidade de intermediários. As operações em protocolos DeFi são descritas e executadas por algoritmos e smart contracts que são programas de computador autoexecutáveis.

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Quem abriu caminho para que essa nova tecnologia pudesse se desenvolver foi a rede Ethereum, segundo maior projeto em blockchain do mundo, atrás somente do Bitcoin. Até por esse motivo a maior rede descentralizada de DeFi está na rede criada pelo russo-canadense, Vitalik Buterin, em 2013.


Mas afinal, como funcionam as operações em protocolo DeFi?

Imagine que você quer pegar dinheiro com alguém e vá formalizar isso em um contrato. Usando os protocolos DeFi você fará toda a negociação peer-to-peer, ou seja direto com a pessoa ou instituição que você quer pegar o dinheiro emprestado, sem intermediários.

A forma de transferência, os valores, os juros, a garantia e todos os pormenores são previamente definidos nesses contratos automatizados e colocados em prática por eles. Não há necessidade de recorrer a um banco ou outra entidade, com suas taxas salgadas, para intermediar a operação.

A principal bandeira dessa tecnologia, portanto, é criar um sistema financeiro global descentralizado, independente, barato, menos burocrático e acessível a todos. Além disso, é possível manter um certo “anonimato” na plataforma, já que o usuário não necessita fazer nenhum cadastro para realizar qualquer transação.

Importância do DeFi para o mercado

Talvez a maior contribuição que o DeFi traga para o mercado financeiro é o fato de que plataformas que se dedicam a finanças descentralizadas podem oferecer soluções para problemas crônicos do mercado tradicional, como ineficiência, centralização do controle das operações, pouca transparência e muita burocracia.

Além disso, as plataformas DeFi têm alcance global, assim como as criptomoedas e funcionam no formato peer-to-peer, ou seja, diretamente entre duas pessoas, sem a necessidade de intermediários.

Outro ponto importante a ser destacado é que negociações feitas através de algumas plataformas DeFi tem um custo operacional bem menor do que aquelas feitas em instituições do mercado tradicional, uma vez que seu funcionamento dispensa gastos com escritórios, salários e burocracias.



 

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